"Sob o Sol da Toscana", uma viagem pela Itália e pela vida

"A vida oferece muitas chances... basta aproveitar uma delas": é com esta premissa em mente que assistimos o encantador "Sob o Sol da Toscana". Nele, Diane Lane é Frances Mayes, uma escritora e crítica literária que, durante a festa de lançamento do livro de um pupilo, descobre estar sendo traída. Separada, ela vai morar num prédio cujos moradores são pessoas divorciadas. Um dia, sem vontade de continuar passando a vida num lugar que não a instiga a seguir em frente, ela aceita o presente de sua amiga Patti (Sandra Oh) e parte para um tour pela Toscana.



Em terras italianas, a primeira imagem que delicia Frances, e nós, espectadores, é a do Duomo, em Florença. Um espetáculo visual da arquitetura gótica-renascentista! Nem bem recuperamos a respiração e somos contemplados por lindas imagens dos campos florentinos, dignos de um quadro de Leonardo Da Vinci.
Frances ainda não sabe, mas a sua vida está prestes a mudar assim que a excursão chegar à Cortona. Ali, ela logo se identifica com o movimento do lugar, as pessoas e o som das igrejas. Numa caminhada por uma das ruas estreitas, Frances se interessa por um anúncio de venda duma vila chamada ‘Bramasole’ (que significa ‘aspirar o sol’), na vitrina de uma agência imobiliária. Acreditando em sinais e sem querer voltar para São Francisco, num ato impulsivo, Frances se torna a dona de uma propriedade que precisa de dois bois e dois dias para ser arada.

A partir daí, enquanto nossa heroina entra num processo de recuperação do amor-próprio (cujo ritmo acompanha o tempo para a reforma da Vila Bramasole), nós, apreciadores das belas paisagens, somos introduzidos ao que há de mais belo no cenário italiano: são campos e mais campos de margaridas e de oliveiras.



Com Frances, visitamos o centro histórico de Cortona, aonde a produção do filme chegou a construir uma fonte, no melhor estilo romano, para poder recriar a inesquecível cena de ‘La Dolce Vita’, na Fontana di Trevi. E, quando imaginamos que tudo de mais belo que tínhamos para ver já havia sido mostrado, eis que somos surpreendidos com uma curta viagem pela Costa Amalfitana, acompanhando a nossa querida escritora e o seu amigo recém-conhecido, Marcelo (Raoul Bova). Para o ator italiano, por sinal, Positano é o lugar mais lindo do seu país! 

Divulgação

Para concluir, resta dizer que “Sob o Sol da Toscana” é um dos filmes mais inspiradores para sonharmos com uma bela escapada mundo afora. Viajemos!

  "Querida mamãe, há um mercado ao ar livre em Cortona. A praça é uma festa constante, e todos estão convidados. Há muitos clichês neste umbigo do mundo - dá até vontade de rir. Mas nota-se que os italianos sabem se divertir mais do que nós. Eu comi uma uva quente do mercado e a doçura da violeta explodiu em minha boca. Ela até cheira a cor púrpura. Eu gostaria de ficar, mas o sino do campanário lembra-me do horário. 'Ding-dang-dong', diz o sino, ao invés de 'ding-dong'.Queria você aqui. Com amor...
(texto do postal que Frances escreve para Rodney, um dos rapazes da excursão)

Caso deseje hospedar-se em Bamasole, saiba que isto é possível.
O lugar tem 10 quartos, caros (!) e preparados para realizar o seu desejo.
Saiba mais, acessando: Hospedagem em Bramasole por Luxury Retreats.

Comentários

  1. Oi. Me chamo Cássia e nunca sai do Brasil. Esse filme me fez sonhar com uma viagem à Toscana. Me fez rir e chorar. Mostra que todos temos um lugar no mundo e o dever de sonhar. Obrigada por falar de uma maneira tão meiga sobre algo que gostei tanto. Beijos.

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