Wimbledon, o jogo do amor


Ele já foi muito bom no esporte, mas o declínio bateu-lhe a porta e Peter Colt (Paul Bettany) passou da 11a para a 119a posição nos torneios profissionais de tênis. Ela chega à Londres como a mais nova sensação do campeonato e é a favorita para ganhar o Torneio de Wimbledon de 2003. Treinada pelo pai, o lema que Lizzie Bradbury (Kirsten Dunst) é 'não se apaixonar e manter o foco no jogo'. 

Acontece que "Wimbledon - O Jogo do Amor" é uma comédia romântica e, claro, Peter e Lizzie se encontram, trocam uma palavra aqui e outra ali, rodam meia Londres e meia Brighton -por diversos pontos turíticos das duas cidade- e ... apaixonam-se! A partir de então, ele passa a ganhar todos os jogos e vira a celebridade do momento. Ela, como era previsto pelo zeloso pai, é afetada pelo vírus do amor e perde algumas rodadas. Mas, como todo filme romântico que se preze, o final é bem feliz. 

Boa parte das filmagens foram feitas em Wimbledon, no All England Lawn Tennis and Cricket Club, um feito inédito para uma produção cinematográfica, visto que os produtores do torneio são bem rigorosos. Então, se você é fã de tênis e ainda não teve a oportunidade de visitar as famosas, mais antigas (desde 1877) e prestigiadas quadras de tênis inglesas (mas gostaria muito de fazer isso!), assista esta produção, feita numa parceria entre Reino Unido e França. Sem jogadas geniais, ele é, somente, um filme despretensioso e divertido.


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